Case · Sucroenergético · Sistema Vertical

Quando a verticalização se transforma em eficiência

Sistema Vertical de Tratamento Preliminar desenvolvido pela Ecosan para uma unidade da Raízen. Uma solução de até 600 m³/h que aproveita a gravidade para reduzir a ocupação de área, simplificar a operação e elevar a eficiência do tratamento.

Capacidade: 600 m³/h Aplicação: Tratamento preliminar Setor: Sucroenergético

Para uma unidade da Raízen, a Ecosan desenvolveu um Sistema Vertical de Tratamento Preliminar de Efluentes com capacidade de até 600 m³/h. A solução organiza os equipamentos em diferentes níveis de uma estrutura metálica, aproveitando a gravidade para conduzir o efluente e direcionar os resíduos a um ponto de coleta centralizado. Com isso, reduz-se a necessidade de bombeamento e de equipamentos auxiliares, além da área horizontal necessária para implantação. O projeto integra engenharia de processo, fabricação de equipamentos e integração hidráulica em uma única solução.

600m³/h
Capacidade do sistema de tratamento preliminar
Vertical
Equipamentos organizados em níveis, aproveitando a gravidade
Menos área
Ocupação horizontal reduzida na implantação
Turnkey
Engenharia, fabricação e integração em uma única solução
O desafio

Alta vazão de efluente com pouco espaço disponível

O efluente gerado pelo processamento da cana-de-açúcar contém fibras longas, sólidos grosseiros, partículas finas e areia. Sem uma remoção adequada, esses materiais podem se acumular nas etapas posteriores de tratamento, provocar desgaste em equipamentos, obstruir tubulações e aumentar a necessidade de limpeza e manutenção.

Tratar até 600 m³/h
Ocupar área limitada
Continuidade operacional
Remoção simplificada dos resíduos
Proteger as etapas seguintes

A implantação em uma empresa da escala da Raízen reforça a robustez da solução. Em operações industriais desse porte, o tratamento de efluentes precisa acompanhar o ritmo produtivo e manter elevada confiabilidade.

Como funciona

Do topo da estrutura ao tanque final

O efluente entra pelo nível superior e desce pela estrutura, aproveitando a diferença de altura entre as etapas para reduzir bombeamento e transporte mecânico.

Fluxo descendente por gravidade Coleta de resíduos centralizada Redundância em etapas estratégicas
01
Nível superior

Retenção de sólidos grosseiros

O efluente ingressa pela parte superior da estrutura e passa por gradeamento, responsável pela retenção das fibras da cana e dos sólidos maiores.

02
Regularização

Amortecimento de vazão

Em seguida, o efluente segue por gravidade para a etapa de regularização, que ajuda a absorver variações de vazão e dá flexibilidade à operação.

por gravidade
03
Remoção de areia

Separação de partículas pesadas

Na etapa de desarenação, as partículas mais pesadas que a água sedimentam e são conduzidas ao ponto de coleta centralizado.

04
Peneiramento

Separação de sólidos finos

O efluente segue por gravidade para o peneiramento, que separa os sólidos finos remanescentes antes das etapas posteriores do tratamento.

por gravidade
05
Nível inferior

Tanque final e coleta centralizada

O efluente pré-tratado é direcionado por gravidade ao tanque final, enquanto os sólidos separados seguem para um único ponto de coleta, simplificando a retirada por caminhão-caçamba.

por gravidade
Principais diferenciais

O que a verticalização entrega

Seis características que diferenciam esta arquitetura de um sistema preliminar convencional.

Menor ocupação de área

A disposição dos equipamentos em diferentes níveis concentra o sistema em uma única estrutura e reduz a área horizontal necessária para implantação.

Uso estratégico da gravidade

Grande parte do fluxo ocorre por diferença de nível. A gravidade também conduz os resíduos até o ponto de coleta, reduzindo a necessidade de equipamentos auxiliares.

Manejo centralizado dos resíduos

Sólidos e areia das diferentes etapas vão para um único ponto de coleta no nível inferior. Isso simplifica a retirada por caminhão-caçamba e reduz pontos de manutenção.

Redundância operacional

Etapas estratégicas contam com equipamentos em paralelo e unidades de reserva, permitindo intervenções com menor impacto sobre a capacidade total do sistema.

Autolimpeza contínua

Os equipamentos de separação foram concebidos para reduzir o risco de entupimento e manter a área de operação disponível, diminuindo paradas para limpeza.

Integração completa

A solução foi projetada como um sistema único, integrando hidráulica, estrutura metálica, separação de sólidos, automação e manejo dos resíduos.

Escala do sistema

O que significam 600 m³/h na prática

Referências para dimensionar a capacidade do sistema em uma hora de operação.

600 m³
Efluente tratado a cada hora de operação
24 caminhões
Equivalente em caminhões-pipa de 25 m³ por hora
4 horas
Tempo aproximado para o volume de uma piscina olímpica
Valor entregue

O que a solução trouxe para a operação

Benefícios que orientaram o projeto do sistema de tratamento preliminar.

Capacidade de tratamento de até 600 m³/h
Alta eficiência na remoção de sólidos e areia
Redução da área ocupada na implantação
Menor quantidade de equipamentos auxiliares
Aproveitamento da gravidade no transporte do efluente
Coleta e disposição de resíduos simplificadas
Proteção das etapas posteriores do tratamento
Engenharia integrada e sob medida para a operação
A obra

O sistema em campo

Registros do Sistema Vertical de Tratamento Preliminar desenvolvido pela Ecosan.

Sistema vertical de tratamento preliminar de efluentes desenvolvido pela Ecosan para a Raízen
Estrutura metálica em níveis do sistema vertical de tratamento de efluentes
Equipamentos de separação de sólidos do sistema vertical Ecosan
Detalhe do tratamento preliminar de efluentes em unidade sucroenergética
Vista do sistema vertical de tratamento preliminar de efluentes
Inovação aplicada

Uma limitação de espaço transformada em oportunidade de engenharia

Ao organizar os equipamentos em diferentes níveis, a Ecosan utilizou a própria estrutura da estação para conduzir o efluente, concentrar os resíduos e reduzir a quantidade de equipamentos auxiliares. Com capacidade de até 600 m³/h, a solução combina alta vazão, compactação, redundância e eficiência na remoção de sólidos e areia.

A aplicação em uma unidade da Raízen reforça a capacidade da Ecosan de desenvolver sistemas completos e personalizados para operações industriais complexas, indo além da fabricação de equipamentos e entregando engenharia integrada para tratamento de água, efluentes e reúso.

Potencial para outros setores

Onde mais essa arquitetura pode ser aplicada

Embora desenvolvida para o setor sucroenergético, a arquitetura pode ser adaptada a diferentes indústrias que trabalhem com grandes vazões, presença de sólidos e restrição de espaço.

Alimentos e bebidas Papel e celulose Frigoríficos Processamento vegetal Indústria química Mineração Siderurgia Saneamento Pré-tratamento para reúso

Cada projeto é dimensionado conforme as características do efluente, a vazão, a concentração de sólidos e os objetivos das etapas posteriores.

Perguntas frequentes

Dúvidas sobre sistemas verticais de tratamento

O que gestores e engenheiros mais perguntam sobre projetos deste tipo.

O que é um sistema vertical de tratamento preliminar de efluentes? +
É uma configuração na qual os equipamentos são distribuídos em diferentes níveis de uma estrutura. A diferença de altura permite utilizar a gravidade para conduzir o efluente e os resíduos entre as etapas, reduzindo a necessidade de bombeamento e de equipamentos auxiliares.
Quais materiais são removidos no tratamento preliminar? +
O sistema remove fibras longas, sólidos grosseiros, sólidos finos e partículas de areia presentes no efluente industrial, protegendo as etapas posteriores do tratamento.
Quais são as vantagens em relação a uma configuração horizontal? +
A verticalização pode reduzir a área horizontal ocupada, aproveitar melhor a gravidade, diminuir a necessidade de bombas e transportadores, centralizar a coleta dos resíduos e simplificar a operação da estação.
O sistema pode continuar operando durante uma manutenção? +
O projeto contempla redundância em etapas estratégicas, com equipamentos operando em paralelo e unidades de reserva. Isso permite maior flexibilidade durante intervenções. A capacidade disponível durante a manutenção depende do equipamento retirado de operação.
A tecnologia pode ser aplicada em outros setores além do sucroenergético? +
Sim. O conceito pode ser adaptado para indústrias de alimentos e bebidas, papel e celulose, processamento vegetal, frigoríficos, química, mineração, siderurgia, saneamento e outros setores com grandes vazões ou elevada presença de sólidos.
A solução é padronizada ou personalizada? +
Cada sistema é dimensionado de acordo com a vazão, a concentração e o tipo de sólidos, as variações do processo industrial, a área disponível e os objetivos das etapas posteriores.
Como saber se a verticalização é viável para a minha planta? +
É necessário realizar uma avaliação técnica considerando o efluente, a vazão, o espaço disponível, os desníveis, a infraestrutura existente, as condições de acesso e os objetivos operacionais do cliente.
Fale com a Ecosan

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A Ecosan avalia o efluente, a vazão, o espaço disponível e os desníveis da sua operação para desenvolver a engenharia completa: processo, fabricação, estrutura, hidráulica e automação.

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